Jul 02

Jun 24

Baixou o santo na porta-bandeira/Deu samba no terreiro, a louca no atabaque/Eletrificaram a bananeira/Mandaram por e-mail um vírus para o abacate…

“Rapadura cibernética” é o título desse encontro de três talentosos artistas de tendências e estilos diferentes, que homenageiam o ritmo brasileiro, com suas doces misturas.

O show mescla funk, rap, forró, toada, maracatu, na irreverência de Kabelo, na versatilidade de Miltinho Edilberto e no carisma de Tânia Militão.

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Jun 19

Local: Teatro Fecap (Av. Liberdade, 532, tel. 2198–7719 - www.teatrofecap.com.br)
Datas e horários: 19, 20 e 21 de junho – sexta e sábado, 21h – domingo, 19h.
Lotação: 400 lugares / Duração: 90 minutos - Recomendado para maiores de 12 anos.
Preços: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia). - Bilheteria: de terça a sábado, das 14h às 21h. domingo, das 14h às 19h, no próprio teatro. Internet: www.teatrofecap.com.br.
Central de Ingressos: Telefone (11) 2198 7719. De segunda a domingo das 9h às 21h.
Acesso para deficientes físicos - Estacionamento c/ manobrista: R$ 12,00.
Teatro: Ar condicionado e wine bar - Mais informações: (11) 2198 7719.
Apoio na Divulgação: Edson Lima / O AUTOR NA PRAÇA
Tel. 9586 5577 - imprensa@oautornapraca.com.br

Edvaldo Santana, paulistano da periferia, filho de pai piauiense e mãe pernambucana, é um dos fundadores do Movimento Popular de Arte (MPA) – primeiro agrupamento de artistas na periferia. Seu primeiro trabalho solo independente foi o CD Lobo Solitário, de 93, no qual gravou a música Metrô Linha 743, de Raul Seixas. No seu terceiro álbum, Edvaldo inaugurou parceria com Itamar Assumpção (Blues cabloco) e gravou Dor Elegante, música lançada mais tarde por Zélia Duncan. No seguinte trabalho, o CD Amor de periferia, a composição O jogador traz Lenine, Zélia Duncan, Nuno Mindelis e Quinteto em Branco e Preto como convidados.

Dona Inah nasceu em Araras, interior do estado de São Paulo, e iniciou sua carreira na década de 50, participando de programas da Rádio Record. Em 1960, gravou seu primeiro disco, em 78rpm, pelo extinto selo Trovador. A partir dos anos 70, passou a cantar apenas em rodas de samba e restritas apresentações na noite paulistana. Em 2002, voltou aos palcos quando participou do musical Rainha Quelé, uma homenagem à Clementina de Jesus, atuando ao lado de Marília Medalha e Fabiana Cozza, sob a direção de Heron Coelho. Lançou, em 2005, o CD Divino Samba Meu, o qual lhe rendeu o Prêmio Tim, na categoria revelação. Em 2008, lançou seu segundo álbum, Olha Quem Chega, com sambas do compositor Eduardo Gudin e seus diversos parceiros, como Paulo César Pinheiro, Roberto Riberti, Costa Neto, Paulinho da Viola, entre outros. Neste ano de 2009, Dona Inah também está concorrendo ao Prêmio de Música Brasileira, na categoria Melhor Cantora de Samba.

Kabelo enveredou-se pelo mundo artístico aos 12 anos, tocando piano e fazendo teatro infantil (“Cegonha Boa de Bico”), além de propaganda e programas de rádio (“Alô, Sampinha”, na Brasil 2000 FM). Na adolescência, trocou o piano pelo rádio e apegou-se ao skate e ao rock and roll. Montou a banda Alma Pelada, influenciada por Red Hot Chili Peppers. Participou dos espetáculos de rua “Ensaio de Dorotéia” e “Feitiço dos Deuses”. Trabalhou como roadie para Baden Powell, Paulinho da Viola, Carlos Lyra, e Toquinho, que o aproximou do melhor da MPB. Seu novo álbum, produzido por André Matanó, oferece um inquietante painel da vida numa cidade imaginária, com personagens que falam de amor, violência e liberdade de expressão de uma forma divertida. Acompanhado de sua banda, Kabelo sempre surpreende o público com sua performance cheia de improvisos.

O Teatro FECAP entra em seu terceiro ano de atividades como o espaço da música brasileira em São Paulo. Desde a sua inauguração em setembro de 2006, com quatro semanas de shows de Paulinho da Viola, o Teatro FECAP vem apresentando o melhor da música brasileira em seus diversos gêneros, quase sempre com espetáculos especialmente concebidos, que se beneficiam de sua extraordinária acústica e aparelhagem sonora.

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Jun 19

ALQUIMIA PAULISTANA

Espetáculo inédito reúne Edvaldo Santana, Dona Inah e Kabelo em três únicas apresentações

Três artistas de idades e gêneros distintos se reúnem para apresentar o espetáculo inédito Alquimia Paulistana - O cantor e compositor Edvaldo Santana, a intérprete de sambas Dona Inah e o contrabaixista, cantor e compositor Kabelo. Os espetáculos acontecem nos dias 19, 20 e 21 de junho, sexta a domingo, no Teatro FECAP.

No palco, três representações musicais e estilísticas totalmente diversas dentro do cenário musical paulistano: Edvaldo Santana, com sua raiz nordestina e olhar de cronista da grande cidade; Dona Inah, com seu samba tradicional, e Kabelo, com seu rap descontraído e crítico. Colocadas lado a lado, as três vozes misturam suas especificidades e fazem um panorama da multiplicidade sonora da cidade: uma alquimia musical paulistana.

O espetáculo é dividido em sete blocos:

Kabelo (voz e contrabaixo) e banda - André Matanó (teclado e arranjos), Felipe Araújo (guitarra), Bené (baixo), Carlinhos Santana (bateria), Gueri-Gueri (percussão) – interpretam Bactérias criminosas (Kabelo/André Matanó), Monstro do armário (Kabelo), Silvinha terrorista (Kabelo/André Matanó), Bumbo (Kabelo/Átila Gomes/Jair Caminha), Skavadeira (Kabelo), Superbiruta (Kabelo)

Kabelo e Dona Inah interpretam Cosmonauta musical (Toquinho/Kabelo) e Ladrão que entra na casa de pobre (Jorge Costa).

Dona Inah (voz) e banda - Henrique Araujo (cavaco), Giancarlo Correa (violão de 7 cordas), Marco Bailão (violão), Leo Rodrigues (percussão), Thiago França (sax e flauta), Gerson da Banda (percussão) – interpretam E lá se vão meus anéis (Eduardo Gudin/Paulo César Pinheiro), Longe de casa (Eduardo Gudin/Paulo Vanzolini), Praça 14 Bis (Eduardo Gudim), Veneno (Eduardo Gudin/P.C. Pinheiro), Ainda Mais (Eduardo Gudin/Paulinho da Viola), Olha quem chega (Eduardo Gudin/Paulo César Pinheiro).

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Jun 03

No dia 8 de junho (2.ª feira), a partir das 22 horas, o baixista, compositor e intérprete Kabelo volta ao palco do Tom Jazz, em São Paulo, para o lançamento de seu segundo CD pela Circuito Musical/Tratore.
O novo álbum, produzido por André Matanó, com assistência de Wagner Amorosino e projeto gráfico de Elifas Andreato, oferece um inquietante painel da vida numa cidade imaginária, com personagens que falam de amor, violência e liberdade de expressão de uma forma divertida. Acompanhado de sua banda, formada por André Matanó (teclados), Felipe Araújo (guitarra), Jojô (baixo), Carlinhos (bateria) e Gueri-Gueri (percussão), Kabelo sempre surpreende o público com sua performance cheia de improvisos. Kabelo é autor das 14 músicas do disco, e divide a autoria em “Bactérias criminosas”, “Silvinha terrorista”, “Espantalho” e “Tecnocrata” (com André Matanó), “Bumbo” (com Átila Gomes e Jair Caminha), e “Cosmonauta musical”, que compôs e gravou com Toquinho, de quem foi roadie por mais de dez anos.

“Cosmonauta” é uma mistura de rap com MPB e conta um pouco da afinidade pessoal e da diferença de estilos entre os dois, que excursionaram mundo afora até 2007, quando Kabelo saiu dos bastidores para conquistar os palcos. O CD conta também com a participação especial da talentosa violonista e cantora Badi Assad na música “Sereia”.

Tom Jazz - Av. Angélica, 2331 Informações e reservas: (11) 3255.0084 Couvert artístico: R$ 20,00 Como Toquinho e Badi estarão fora de São Paulo na data e não poderão participar do encontro, irão autografar um violão oferecido pela Giannini que será sorteado ao público.

Mai 29

Mai 21

Show Rossa Nova & Kabelo (e suas bandas), juntos no CAFÉ PAON
Dia 21-maio-2009 (quinta-feira)
Horário: 22h
Endereço: Av. Pavão, 950 - Moema - São Paulo/SP
Fone (11) 5531-5633 - www.cafepaon.com.br
Couvert: R$ 20,00
http://www.rossanova.com.br

ROSSA NOVA (Juka, Bezão e Xamã) provavelmente é o que há de mais inovador nos últimos tempos da MPB. Vai do rock rural passando por baladas, moda de viola e até mesmo música tribal, os rapazes, criaram identidade própria, opinam que fazem MPB: Mistura Popular Brasileira.
KABELO: baixista, compositor e intérprete, mescla ritmos e sons da cultura popular. Seu segundo cd Linguicity , conta com as participações especiais de Toquinho e Badi Assad.

Nov 08

No ano que vem a Bossa Nova não vai ser mais tão nova assim pois vai fazer cinquenta anos. Será que todas as fórmulas já foram usadas para transformar essa música que de tão boa estará pra sempre em nossa mente e coracão?

Kabelo

Out 15

Convido todos a participar de uma discussão um tanto quanto intrigante e aproveito para participar do Google Bomb criado pelo Rodrigo Stulzer quanto à vergonha nacional… que nos faz refletir sobre a nossa cidadania e a influência que temos perante nosso governo, verdadeiros Candangos no poder.

Senador:
O que faz o povo brasileiro neste momento é uma análise distanciada do que está acontecendo em nosso país e no sistema que vemos ruir.
No palco, todos nós; noutro, flores murchas permeiam um enorme caixão, onde todos, num silêncio profundo , observam mais um corpo caindo sem vida. Não há surpresa, lamento ou emoção. Apenas a longa e paciente espera… Vez por outra, um som quase imperceptível, um muxoxo, parte de alguém que se destaca quebrando aquele silêncio que mais parece uma pausa teatral de duração contínua.
Prá que precisávamos deles?! E o silêncio continua… Logo, uma abelha operária vinda de longe e percebida por todos junta-se à multidão. Nem seu zumbido agora é ouvido. Pousa com respeitoso silêncio no marco zero. Não falta mais nada…

 

Marilu Alvarez

 

Kabelo ta na área e com a música Candangolândia, que se relaciona totalmente com esta questão.

Out 10

Oi Pessoal
Segue info do meu próximo show.
Na faixa….
Uma junção de show com poesia, bem legal.

VAI ….

Abraço do Kabelo


Kabelo e Banda

Kabelo, baixista de formação, compositor e intérprete, criou um estilo próprio que mescla ritmos e sons da cultura popular, passando por Funk, Rock, Coco, Baião, Maculelê, Maracatu e MPB, numa fusão de peso e expressão. O artista non sense promove um curto-circuito musical!
Sábado, 27 de outubro, às 19h - entrada franca

Biblioteca Temática Alceu Amoroso Lima

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